Homenagem a Guido Crepax

 
 
 
Provided By:flaviadt

   

- Guido Crepax (Milan, July 15, 1933 - July 31, 2003) was an Italian comics artist, who deeply influenced the European adult comics world in the second half of 20th century.

He is most famous for his character Valentina, created in 1965 and very representative of the spirit of the sixties.

The Valentina series of books and strips became noted for Crepax's sophisticated drawing, and for the psychedelic, dreamlike storylines, generally involving a strong dose of erotism.
 
Produzi este video em homenagem a Guido Crepax inspirada na reedição dos quadrinhos de Valentina lançado pela Ed. Conrad.
Fiquei surpresa com a sua morte.
 Lembro que de vez em quando fazia busca na internet para saber que fim tinha levado - ele e seus quadrinhos sempre picantes e inovadores. E nas buscas quase nada fiquei sabendo do seu trabalho nos últimos anos.
Agora com a republicação dos livros fiquei informada de que ele morrera e isso me chocou, afinal suas estórias (publicadas em edições undergrounds aqui no Rio) eram sempre bem vindas tanto pela beleza do traço como pela liberdade das ideias.
Era fácil, mesmo para nós de uma geração saida da ditadura, aguçar a imaginação e mergulhar na fantasia e surrealismo dos seus quadrinhos.


Escrito por Flavia Dias T às 23h01
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http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=95494    ART NOW - O momento da Arte ( participe lá no Orkut)

tópico: A ARTE É FEITA PARA...........

 
 
Gustavo
 
  A ARTE É FEITA PARA........... 25/10/2005 05:22
Daí galera, sempre que paro pra pensar sobre 'objetivo' da arte, fico filosofando e não chego a conclusão alguma.
Quem escreve uma música, quem pinta um quadro, quem talha um palito de fósforo (hehehe), quem esculpe uma pedra... pensa no que? Procura agradar quem (a sí, aos parentes e amigos, a todos, aos investidores (empresários), aos crítios)... A ARTE É FEITA PARA QUEM/PARA O QUE?

    
 
Flavia♪
 
  criação 25/10/2005 09:19
boa pergunta, acho q para igualar a obra do homem com a obra de Deus,
é a nossa força de criação, o nosso momento estrela Tem a compulsão tb, as vezes acontece, eu tive q dar uma freada, pq nao tenho mais onde colocar tanto papel.
Criei essa comunidade por q vejo a arte se deteriorando e sumindo, entao creio q o q importa é criar enquanto existimos, para onde vai o q a gente fez passa a ser menos importante. O importante é q alguem viu, escutou, leu e assim vai se formando a humanidade e as culturas.
bjs

   
 
Adauto
 
  25/10/2005 09:52
Quem faz arte, vive uma constante busca. São desafios (...) como se transmitíssemos o próprio égo. Cada busca é algo novo. É dar o melhor de si para que nela esteja contida a reflecção do mais belo, material ou imaginário.

   
 
ADAM
  Eu acho... 07/11/2005 07:03
Acho que a arte é feita para o ser humano esquecer pelo menos um pouco desse mundinho que ele mesmo criou.
:)

   
 
Margareth
 
  . 21/11/2005 05:09
contemplação.
 
 
Rodrigo
  ... 21/11/2005 10:15
Transcender


Escrito por Flavia Dias T às 21h09
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No momento to curtindo o Orkut. Criei o Grupo Art Now no Orkut. Espero q gere discussões positivas.  

 http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=95494   




Escrito por Flavia Dias T às 00h51
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Fotografia

Descolei dois ótimos endereços sobre Fotografia na Web. Podem visitar a vontade:
http://www.mdf.ru/english/   http://www.photo.fr/index.html . Visitem a pg do Helmut Newton. Vale a pena.



Escrito por Flavia Dias T às 17h16
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 depois eu conto o q aconteceu com a Fulaninha.

Escrito por Flavia Dias T às 21h17
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A Bolsa!

Fulaninha comprou um sapato creme e uma bolsa de plástico creme também. Queria combinar sapato e bolsa. Na banca do shopping de Madureira encontrou as bijus q queria, um par de brincos folheado a ouro com uma pedra rosa, pulseiras de contas coloridas e um colar de contas em tons de rosa. Gastou cem reais com suas compras, dinheiro q custara a juntar das suas comissões como vendedora de cosméticos. Mas precisava se apresentar decentemente para suas clientes. Ao chegar em casa guardou cuidadosamente nos devidos lugares, sapatos, bolsa e seus novos enfeites. Já se preparava para sentar com a família no almoço de domingo e o telefone toca ruidosamente. Corre para atender, era Aninha convidando Fulaninha para um passeio na Quinta da Boa Vista. Iria passar para pegar ela e o filhinho de carro. Fulaninha, aprontou rapidinho o garoto magrinho de cabelo escuro espetado e olhos castanhos arregalados de alegria por ter o que fazer naquele domingo ensolarado. Fulaninha se pôs na frente do espelho e colocou os brincos, o colar, a pulseira. Fez uma maquiagem ligeira com baton rosa, um pouco de blush e creme para disfarçar as olheiras de cansaço. Vestiu um vestido de manguinha, sapatos novos e colocou, cuidadosamente, sua carteira de dinheiro, documentos, baton, perfume, lenço, chaveiro, espelhinho, chiclete e o modess dentro da bolsa de plástico. A amiga chegou uma hora depois também acompanhada do filho de onze anos, cinco anos mais velho do que o seu Magrelinho.

Chegaram na Quinta e os meninos desceram meio espantados do carro e agarrando os braços de suas mães pediram tudo o que viram pela frente exigindo q as mães efetuassem imediatamente a troca do dinheiro q elas tinham escondido nas bolsas pelas bugigangas coloridas q viam pela frente nas mãos dos vendedores espalhafatosos. Magrelinho agarrou uma bola e saiu correndo. Fulaninha correu e puxou o menino pelos cabelos, este soltou a bola e deu um grito. A mãe pegou a bola e devolveu pro vendedor. Este queria q ela comprasse a bola. Pois já tinha sido usada. “- De jeito nenhum, o meu filho não usou essa bola ele apenas a pegou e eu a estou devolvendo. E essa bola ta muito cara. Lá em Madureira por esse preço eu compro meia dúzia de bolas iguais a essa”. O vendedor , q não era uma pessoa que prezasse os bons modos e a cortesia, xingou a mulher: “- Sua vaca, pensa que é madame porque ta com essa bolsa horrorosa de menininha? Paga o que você deve sua ladrona.” A amiga se meteu e puxou Fulaninha para o lado. Começou a juntar gente. Elas agarraram os filhos pelos braços e saíram correndo. Chegaram esbaforidas na porta do Museu Nacional. Não fazia parte dos planos, mas para fugir da confusão resolveram comprar os ingressos e se enfiar lá pra dentro.

 

 



Escrito por Flavia Dias T às 15h54
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Visite meu fotoblog: http://flavia.tavares.fotoblog.uol.com.br/

Escrito por Flavia Dias T às 01h16
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Escrito por Flavia Dias T às 01h14
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Gostaria de escrever um livro. Vai ser um livro de misterio e ficção. O problema é q eu nao gosto de violencia, mas acho q a nossa cultura ta tao violenta q estou me deixando influenciar por pensamentos macabros.

Meus desenhos não são macabros, acredito q são sensuais. Mas quando penso em escrever fica meio macabro. Por isso prefiro desenhar.

To gostando de ver a novela "Celebridade". Gosto de misterio. É incrivel as possibilidades de quem pode ter praticado o crime de ter matado o Lineu. Vai desde morte acidental, afinal o revolver era do proprio Lineu, até morte premeditada. http://www.globo.com/celebridade



Escrito por Flavia Dias T às 00h37
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Escrito por Flavia Dias T às 00h24
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 Esse ano ta q ta... Ta voando e eu nao to conseguindo fazer nem metade do q eu queria. E agora vem o Ministerio da Fazenda e adia a devolução do meu Imposto de Renda nao sei pra quando. Pra variar eles deveriam deixar de cobrar na fonte esse imposto, assim nós também só pagariamos quando pudéssemos.

Outra coisa boa pra ser pensada e sugestão para os Congressistas .. Só paga INSS quem quiser se aposentar, deixa de ser obrigatorio, daí nao precisa o governo descontar mais esse imposto dos nossos salarios e parar de fingir q a gente tem uma aposentadoria depois de ter se acabado de trabalhar para manter esse sistema absurdo.



Escrito por Flavia Dias T às 00h11
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Hoje me olhei no espelho (lugar comum, credo) e vi a maldita espinha q se recusa a desaparecer. Parece um pouco maior do q estava ontem. Ja espremi essa desgraçada e so consegui ferir minha pele. Ela nao sai. Espremi tanto q quase sairam meus miolos. Coloquei tres tipos de remedio. So agora q parece q ela ta querendo sumir de vez. Sera q vai ficar uma mancha? Pobre do meu rosto, cada vez mais e mais rápido vai se apagando o sorriso jovial e o olhar pra cima. É como se o tempo fosse passando a trezentos por hora, enquanto nós a passo de tartaruga, continuassemos tentando construir alguma coisa para um futuro q ja chegou.

Escrito por Flavia Dias T às 23h48
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o mundo civilizado ta podre coitado. Se vc nao acredita va num museu. A ladroagem das licitações escusas q fazem tudo negociando os dez por cento, os apadrinhados, o amigo de um amigo do primo do chefe, o concurso com 80 por cento das vagas preenchidas pelos ultimos colocados q conheciam alguem... Os encostos, os fantasmas, os burocratas... E, principalmente, os q se deixaram vender por trocados para calarem o bico, para fingirem q nao estavam vendo, para desviarem e abafarem qualquer suspeita.. E para nos q ficamos vendo calados tudo o q estava acontecendo. Sim, nós todos somos culpados.

Agora deita na sua cama q o seu misero dinheirinho pode comprar e lembre-se q a cama de nossos antepassados era feita de ferro ou de madeira maciça ou de qualquer material, mas era de ótima qualidade e iria durar quase todo o tempo de vida de um ser humano. Deita na sua cama e veja como q agora depois de apenas um ano de uso, ela ja ta meio capenga, talvez vc tenha q trocar o colchao q ja ta murcho, mas deixa pro ano q vem q estamos na penuria...



Escrito por Flavia Dias T às 23h39
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Nada mais do q corpos disformes passeando em todas as cenas; paisagens ora imutáveis, ora destruídas, jogadas,arrasadas. Da selva nada restou se não os galhos detruídos, o lixo espalhado da turba devoradora, árvores secas e destorcidas. O silencio depois do grito q ainda ecoa te deixa arrasado com suas lembranças da bela cidade q vc nao soube cuidar por medo de parecer bairrista.

Aí está ela agora, totalmente apodrecida, esperando o final do mundo q nao veio com o apocalipse, mas quem sabe? ainda tem a chance da profecia fatídica dos maias ser verdadeira.

Não não queremos reconstruir voce .. bela cidade, porque nós tambem nos acabamos nas orgias q vc incentivava e mesmo quem nao participava se deixou envenenar por tanta luxuria e aqui estamos, consumidos pela poluição, pelas drogas, pelo alcool, pela mediocridade e pelo mau gosto. E voce q era tao sofisticada, q achava chique fazer chites em frances. A mulata q sambava e solfejava deu lugar a uma mocreia viralata q uiva e ladra, mas nao morde ninguem. E por ali vagam os caes e os ratos, caes querendo bater, eliminar, mas nunca educar e ratos dilapidando, riscando, roubando, matando, e la vai a multidao cortando, desmatando erguendo casebres, arrebentando com vaidades, ideais, nivelando.........por baixo.......



Escrito por Flavia Dias T às 23h29
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Escrito por Flavia Dias T às 20h33
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